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altUma mulher de 27 anos, chamada Patience Tsabedze, jura que pariu uma cobra de sete cabe�§as e â?? como se isso n�£o bastasse â?? ainda vomitou uma estrela do mar vivinha da silva. Ela �© de Suazil�¢ndia, na �frica, e �© casada com um policial.

Segundo o marido de Patience, a mulher tinha parte com o diabo, mas, h�¡ dois meses, passou pela m�£o do pastor Muzi Manana, o maior exorcista da Suazil�¢ndia, e largou dessa vida.

O problema foi que, logo depois do exorcismo, coisas estranhas come�§aram a acontecer. Ela diz que chegou a vomitar animais â?? como aranhas, minhocas, peixes e estrelas do mar â?? todos banhados em sangue. Patience come�§ou a reclamar de dores que, segundo ela, pareciam dores de parto.

No dia 7 de julho, as dores ficaram t�£o insuport�¡veis que o marido de Patience disse a ela que se sentasse no vaso sanit�¡rio e tentasse expelir aquilo que estava entalado nela â?? fosse o que fosse. Depois de muito esfor�§o, uma serpente de sete cabe�§as saiu de dentro dela. O marido, Constable Mfanzile Malaza, n�£o botou f�©.

- Foi a primeira vez que eu vi uma coisa dessas: uma cobra de sete cabe�§as e olhos brilhantes. Eu tentei mat�¡-la, mas ela se escondeu no fundo do vaso e a gente decidiu puxar a descarga.

Para Patience, no entanto, o pesadelo ainda n�£o acabou.

- Uns dias atr�¡s, eu vomitei uns vermes vivos e puxei a descarga depois.

Fonte: R7� 

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(0 Votes) "Ele come�§ou sua vida rastejando e pedindo esmolas. Cresceu e viveu assim durante muito tempo. Mas algo aconteceu num momento de sua vida, porque no fim dela o achamos entrando no templo por seus pr�³prios p�©s, louvando o nome de Deus. O que aconteceu com esse homem? Qual o mist�©rio de sua transforma�§�£o?


Observe esse texto: "E Pedro e Jo�£o subiam juntos ao templo �  hora da ora�§�£o, a nona. E era trazido um var�£o que desde o ventre de sua m�£e era coxo, o qual todos os dias punham �  porta do templo, chamada Formosa, para pedir esmola aos que entravam... (Atos 3:1 e 2).


H�¡ duas partes marcantes na vida deste homem: ele come�§a paral�­tico, incapaz de


realizar qualquer coisa, rastejando como uma serpente, arrastando seu corpo morto. Olhando para as alturas, mas sentindo-se incapaz de chegar l�¡. Um come�§o muito triste... pedia esmolas e vivia da caridade das pessoas. Mas a �ºltima parte de sua vida �© um cap�­tulo glorioso. Ele entra no templo andando com seus pr�³prios p�©s, cantando e louvando o nome de Deus.


Vamos imaginar duas ilhas. Uma delas representa o primeiro cap�­tulo da vida deste homem: mis�©ria, desgra�§a, trag�©dia, incapacidade, impot�ªncia e pobreza.


A outra representa o segundo cap�­tulo: um homem andando com seus pr�³prios p�©s, com a cabe�§a levantada, entrando no templo, louvando e cantando hinos para Deus.


Entre essas duas ilhas h�¡ um mar, um mar que todos temos que atravessar um dia.


Vamos analisar o texto b�­blico. Ele come�§a dizendo: "E Pedro e Jo�£o subiam juntos ao templo �  hora da ora�§�£o..." (Atos 3:1)


Pedro era um homem intr�©pido, pr�¡tico, realista, enquanto Jo�£o era um sonhador, idealista e rom�¢ntico. Duas personalidades diferentes, indo ao templo para adorar juntos. O Esp�­rito de Deus tinha sido capaz de unir dois cora�§�µes diferentes e faz�ª-los louvar em unidade de esp�­rito. Essa �© uma das vantagens do cristianismo.


Aqui est�¡ o primeiro pensamento que apresenta o texto: o plano de Deus n�£o �© uniformizar seus filhos. Ele n�£o quer que os crist�£os se tornem um grupo de soldadinhos de chumbo, todos uniformizados, agindo da mesma maneira, fazendo as mesmas coisas, andando do mesmo jeito, falando as mesmas palavras. N�£o, o cristianismo n�£o destr�³i a personalidade de ningu�©m. Jesus respeita a individualidade dos seres humanos. Cristo quer unidade, mas dentro dela, diversidade de dons, de talentos, de personalidades, de culturas, de usos e de costumes.


Voc�ª �© carpinteiro? H�¡ um lugar para voc�ª na fam�­lia de Deus. �? um estadista? Um pedreiro? Um homem pr�¡tico e realizador? Um idealista e sonhador? H�¡ tamb�©m um lugar para voc�ª na fam�­lia de Deus.


Meu amigo, n�£o existe ningu�©m que n�£o tenha recebido pelo menos um talento de Deus. E voc�ª pode colocar esse talento a servi�§o de sua fam�­lia, da sociedade, de seu pa�­s, da humanidade e da igreja de Deus nesta terra.


Pedro e Jo�£o subiam juntos ao templo para orar. Eram companheiros de ora�§�£o. Quando Pedro se dirigia ao templo, passava na casa de Jo�£o e dizia:


- Jo�£o, estou indo ao templo. Voc�ª n�£o quer vir comigo?


Aqui encontramos outra li�§�£o do texto: procure um companheiro de ora�§�£o. Busque um irm�£o, um amigo e ore com ele. Se em seu carro h�¡ lugar para mais um, convide algu�©m que n�£o tem carro e more perto de sua casa para ir ao templo com voc�ª. Deus est�¡ nos apresentando aqui a responsabilidade que temos de cuidar uns dos outros na vida espiritual. N�£o somos ilhas, n�£o devemos tentar viver uma maravilhosa experi�ªncia espiritual com Cristo do tipo: Ele, eu e mais ningu�©m. Devo me preocupar em levar Jo�£o, Felipe e Maria comigo.


A hist�³ria b�­blica continua dizendo que quando Pedro e Jo�£o estavam entrando na porta do Templo encontraram um homem que tinha nascido e vivido paral�­tico toda a sua vida. N�£o havia esperan�§a de recupera�§�£o para ele. A ci�ªncia m�©dica n�£o tinha rem�©dio para seu caso. Ningu�©m podia fazer mais nada. Era um homem de aproximadamente 40 anos. Devia ter feito tudo para se recuperar, mas as suas esperan�§as morreram lentamente. E naquele tempo a sociedade n�£o se preocupava em criar facilidades para os deficientes f�­sicos. N�£o existiam oportunidades de trabalho para eles e em conseq�¼�ªncia, aquele homem s�³ poderia dedicar-se a pedir esmolas.


Mas parece que este homem era muito inteligente. Ele n�£o ia pedir esmolas l�¡ na rua do centro da cidade, ele ia ao templo. Sabe por qu�ª? No centro da cidade seguramente ele encontraria uma quantidade bem maior de pessoas, mas ele supunha que se existiam pessoas sens�­veis � s necessidades humanas, deviam ser as que entravam num templo. E ele n�£o estava errado.


Se n�³s, que nos chamamos crist�£os, n�£o formos capazes de sentir dor pelas pessoas que sofrem, quem o ser�¡? Se n�³s crist�£os n�£o formos capazes de nos organizar para tentar ajudar as autoridades a resolver o problema do sofrimento, da mis�©ria, da fome, das crian�§as de rua, quem o far�¡? Podemos louvar o nome de Deus em s�£ consci�ªncia sem prestar aten�§�£o �  m�£o estendida de um necessitado?


O coxo de nossa hist�³ria colocou-se na porta do templo, e estendeu a m�£o. Esperava uma moeda. Ele pensava que sua grande necessidade era dinheiro, por isso estendia a m�£o para pedir esmolas.


N�³s, seres humanos, nem sempre sabemos identificar nossas verdadeiras necessidades. O ser humano do s�©culo 20 sabe que alguma coisa est�¡ faltando dentro de seu cora�§�£o. H�¡ um vazio existencial que est�¡ enlouquecendo o homem moderno. O homem deita �  noite na cama e sente vontade de chorar, n�£o consegue dormir, porque experimenta dentro de si uma ang�ºstia muito grande. Uma esp�©cie de complexo de culpa, como se estivesse devendo alguma coisa a algu�©m. Constantemente se pergunta: "O que acontece comigo? N�£o mato, n�£o roubo, n�£o adultero, n�£o fa�§o nada de mau, respeito meus pr�³ximos, sou um bom cidad�£o, um bom pai de fam�­lia, um bom marido... por que sinto este vazio? Por que sinto medo do futuro? Por que � s vezes me d�¡ vontade de chorar, de buscar alguma coisa que nem sequer sei identificar o que �©?"


Os psic�³logos chamam isso de crise existencial. O ser humano sabe que lhe falta alguma coisa, o problema �© que n�£o sabe identificar o qu�ª. Ent�£o ele estende a m�£o, como este coxo, tentando agarrar coisas.


H�¡ pessoas hoje que, como o coxo, pensam que o que lhes falta �© dinheiro. "Se eu pudesse ter todo o dinheiro do mundo", pensam, "poderia comprar uma casa boa, viajar por outros pa�­ses e ser muito feliz". Mas isto n�£o �© verdade. O dinheiro �© �ºtil, sim, e voc�ª n�£o deve sentir-se culpado por ganhar dinheiro trabalhando honestamente. N�£o pense que para ser um bom crist�£o voc�ª precisa ser pobre.


Muito cuidado com o conceito de cristianismo, que o leva a pensar n�£o ser necess�¡rio se preocupar com dinheiro porque ele n�£o vale nada. Cristianismo n�£o �© pobreza. Cristianismo �© prosperidade. N�£o tenha medo de lutar para crescer na vida.


Aquele mendigo levantou a m�£o esperando receber dinheiro. Se o disc�­pulo lhe desse uma moeda, seguramente esse paral�­tico louvaria o nome de Deus e diria:


- Senhor, te agrade�§o pelas b�ªn�§�£os que me deste.


Mas Pedro sabia que n�£o era de dinheiro que o paral�­tico precisava. Seu verdadeiro problema era outro.


Talvez voc�ª esteja esperando que Deus o cure daquele c�¢ncer que est�¡ devorando a sua vida. Mas vou dizer algo que vai contra tudo o que muitos crist�£os est�£o pregando hoje. "Se voc�ª tiver f�©", �© o que dizem, "voc�ª ser�¡ curado". "Se hoje estiver desempregado e tiver f�©, amanh�£ conseguir�¡ emprego". Se voc�ª carrega um c�¢ncer e vier esta noite aqui, ser�¡ curado", �© o que afirmam. Mas o que a B�­blia ensina?


Paulo foi um dia a Deus e lhe disse:


- Senhor, tira este aguilh�£o da minha carne.


Ele carregava um problema de sa�ºde na sua vida e pediu que o Senhor o curasse, mas sabe qual �© a resposta que recebeu de Deus? "... A minha gra�§a te basta, porque o meu poder se aperfei�§oa na fraqueza..." (II Cor�­ntios 12:9).


Paulo teve que carregar aquela doen�§a toda a sua vida. E por favor, n�£o me diga que ele n�£o tinha f�©. Isso prova que a f�© n�£o serve somente para que as coisas aconte�§am como voc�ª quer. A f�© serve para que os milagres aconte�§am do jeito que Deus quer.


As irm�£s de L�¡zaro mandaram, um dia, emiss�¡rios a Jesus dizendo: "Vem e cura nosso irm�£o". Mas Jesus demorou e L�¡zaro morreu. Dias depois Ele apareceu na casa de Marta e Maria e n�£o trazia apenas uma cura, trazia uma ressurrei�§�£o, porque o que Deus tem para n�³s sempre �© melhor do que n�³s esperamos.


O mendigo de nossa hist�³ria levantou a m�£o pedindo apenas dinheiro, mas Deus tinha para ele uma cura.


Lembra de Jairo? Ele pediu apenas uma cura para sua filha, mas Deus tinha para ela uma ressurrei�§�£o. A minha pergunta �©: Voc�ª est�¡ pedindo algo a Deus? Tem a impress�£o de que Ele n�£o est�¡ respondendo sua ora�§�£o? Por favor, n�£o pense que Deus deixou de am�¡-lo. N�£o tenha um conceito t�£o min�ºsculo de Deus. N�£o pense que porque as coisas n�£o est�£o saindo do jeito que voc�ª quer, Ele se esqueceu de voc�ª. A f�© n�£o �© somente para que as coisas sejam como voc�ª quer. A f�© �© para que as coisas aconte�§am como Deus, em sua infinita sabedoria, sabe que devem acontecer. E o que Deus faz, embora voc�ª no in�­cio n�£o compreenda, sempre �© o melhor pra voc�ª.


Quando Pedro disse ao paral�­tico que n�£o tinha ouro nem prata, seguramente o deficiente ficou desanimado, mas cinco segundos depois entendeu o que estava pedindo. Descobriu que era muito pouco o que pedia. Deus tinha algo melhor para ele.


Meu amigo, voc�ª, de alguma maneira, se sente um paral�­tico na vida espiritual? Faz muito tempo que voc�ª carrega na vida uma sensa�§�£o de vazio? Faz muito tempo que voc�ª estende a m�£o atr�¡s do dinheiro, do poder, da fama, da gl�³ria, da cultura ou do prazer tentando de alguma maneira preencher o vazio de seu cora�§�£o? �? preciso saber que voc�ª saiu das m�£os do Criador e nunca ser�¡ feliz enquanto n�£o retornar a Ele. No dia em que voc�ª se encontrar com Jesus e abrir o cora�§�£o dizendo: "Senhor Jesus, eu preciso de Ti; n�£o compreendo, n�£o entendo muita coisa, mas preciso de Ti. N�£o creio, n�£o tenho capacidade de crer, mas preciso de Ti. Opera, por favor, um milagre em minha vida, ajuda-me a crer." Nesse dia o Senhor Jesus vai operar um milagre; entrar�¡ em sua vida e transformar�¡ tudo.


H�¡ muitos anos atr�¡s eu era pastor numa favela muito perigosa. Se um dia voc�ªs forem a Lima, capital de meu pa�­s, perguntem onde fica o morro S�£o Pedro. �? uma favela perigosa. L�¡ habita muita gente boa, mas tamb�©m �© um ninho de marginais e traficantes de drogas. Quando a pol�­cia entra, tem que ir em grupo para se proteger.


No primeiro ano de meu minist�©rio fui pastor ali. Um dia, enquanto estava descendo aquela favela, dois rapazes me agarraram. Um deles botou uma faca em meu peito e o outro segurou meus bra�§os. Tiraram meu dinheiro, o rel�³gio e a caneta que tinha. Eu tremia. Pedi a eles, que por favor, n�£o me fizessem nada.


Deus tocou o cora�§�£o daqueles marginais porque eles tiraram tudo de mim, mas n�£o me fizeram mal. Fiquei paralisado quando eles fugiram, fiquei tremendo. Mas continuei meu trabalho naquele lugar. Em pouco tempo deveria come�§ar uma campanha evangel�­stica. Deveria pregar 90 noites seguidas.


Na primeira noite vi entre o p�ºblico um rapaz que olhava insistentemente para mim. Cada vez que olhava para ele, ele olhava para o outro lado. Estava sempre olhando para mim, mas escondido. Quando eu olhava pra ele, se abaixava. O rosto dele ficou marcado por este detalhe.


Na noite seguinte ele n�£o voltou. A outra noite tamb�©m n�£o. Mas eu comecei a visitar aqueles lares e foi assim que, um dia, cheguei na casa daquele rapaz. Quando ele me viu se escondeu. Sua m�£e veio �  porta e disse:


- Ele n�£o est�¡.


Eu disse:


- Senhora, eu acabo de v�ª-lo. Chame-o. Eu sou o pastor que est�¡ pregando aqui no sal�£o.


E ele saiu, mal encarado. Estava sem camisa, cheio de tatuagens e cicatrizes. Olhou para mim e disse:


- O que voc�ª quer?


- Estamos com saudades de voc�ª, - respondi - voc�ª n�£o voltou mais ao nosso sal�£o.


Come�§amos a conversar e de repente fiquei paralisado porque esse rapaz me confessou que ele era um daqueles que colocara a faca em meu peito e me tirara o rel�³gio e o dinheiro. Depois ele acrescentou:


- Pensei que voc�ª tinha me reconhecido na primeira noite que eu estive no sal�£o.


Falei:


- N�£o, quando voc�ª me assaltou estava escuro e eu n�£o reconheci voc�ª, mas agora que est�¡ confessando que me roubou, cad�ª meu dinheiro, meu rel�³gio?


Ele olhou para mim e disse:


- Eu n�£o tenho mais nada.


Retruquei:


- Mas voc�ª tem que me devolver.


Ele ficou em sil�ªncio, e eu disse:


- Vamos fazer um trato. Vou pregar 90 noites seguidas. Se voc�ª assistir todas as noites, at�© o fim da campanha, a d�­vida est�¡ paga. Agora, se voc�ª n�£o assistir, tem que me devolver tudo.


Foi assim que ele come�§ou a aparecer no sal�£o. �?s vezes, aparecia na metade, � s vezes no fim. Ficava l�¡ atr�¡s, fazendo quest�£o que eu olhasse pra ele como dizendo: "Olha, estou aqui, estou pagando minha d�­vida". Ele n�£o mostrava interesse no evangelho. Mas querido amigo, quer saber de algo? Voc�ª pode fugir de Deus um dia, dois dias, uma ou duas semanas, pode fugir de Deus um ano, dois, cinco anos, mas voc�ª n�£o pode fugir de Deus a vida toda. Um dia Ele o alcan�§a. Um dia, quando voc�ª n�£o tiver mais pra onde ir, quando chegar um momento em sua vida que voc�ª n�£o souber mais o que fazer, quando sentir que precisa dEle, naquele dia, pode cair de joelhos e Ele estar�¡ pronto para abra�§ar voc�ª. Sempre �© assim. Jesus ama voc�ª e em sil�ªncio segue e persegue todos os seus caminhos, at�© que um dia voc�ª Lhe entrega a vida.


E um dia Deus pegou aquele rapaz. Sua vida cheia de marginalidade, viol�ªncia e v�­cios foi inteiramente transformada. Parou de roubar, de usar drogas e come�§ou a trabalhar honestamente.


Ent�£o entendi que h�¡ muita gente neste mundo esperando uma oportunidade de n�³s. Tem gente que vive como vive e �© o que �© porque, nunca, ningu�©m lhe estendeu a m�£o. Quando algu�©m deu uma oportunidade a Jorge Roberto, ele se agarrou a ela e saiu dessa vida. E quando chegou dezembro eu tive a alegria de lev�¡-lo at�© o tanque do batismo e ele foi batizado em nome do Pai, do Filho e do Esp�­rito Santo.


Um ano depois, eu fui levado para a Amaz�´nia de meu pa�­s, para trabalhar como, entre os �­ndios da tribo Campa. Quando voltei de f�©rias os irm�£os me deram a not�­cia:


- Seu amigo Jorge Roberto est�¡ morto.


- O que aconteceu com ele?


- Um s�¡bado de manh�£, naquele morro, depois do culto, ele estava na rua despedindo-se dos irm�£os, quando tr�ªs ex-capangas, numa opera�§�£o de queima de arquivo, deram sete facadas nele. Ningu�©m foi capaz de fazer nada. Tudo foi t�£o r�¡pido! Jorge Roberto caiu. O sangue come�§ou a brotar de seu corpo, de diferentes lugares. Os irm�£os correram para socorr�ª-lo, mas ele disse: "N�£o, n�£o me toquem. Eu acho que vou morrer". Os irm�£os colocaram o corpo dele num carro e o levaram para o primeiro hospital. O di�¡cono que estava segurando a cabe�§a dele no colo me contou que antes de chegar ao hospital ele disse: "Fa�§a um favor pra mim? "Pois n�£o, Jorge." "Procure o pastor Bull�³n e fale para ele que a gente se encontra l�¡ no C�©u, quando Cristo voltar".


Querido amigo, um dia eu terei a alegria de rever Jorge Roberto. Mas eu pergunto: Se Deus foi capaz de transformar aquela vida, n�£o ser�¡ capaz de transformar a sua? Que pode haver em seu cora�§�£o que Deus n�£o possa transformar?


Voc�ª est�¡ esperando receber uma b�ªn�§�£o? Deus tem algo maior pra voc�ª. Mas voc�ª precisa dar o grande salto da f�©; precisa abrir o cora�§�£o a Jesus, precisa dizer: "Oh Senhor, n�£o posso mais continuar desse jeito. Levanta-me da paralisia espiritual. Preciso experimentar uma nova vida, conhecer novos valores, ter novos ideais."

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