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I. SOMENTE VAMOS SEMEAR, SE TIVERMOS UMA VISÃ??O (UM SONHO) DE NOSSA COLHEITA.
1. S�³ semeia quem tem sonho, quem tem vis�£o.
2. Existem tr�ªs tipos de pessoas: os que fazem as

coisas acontecerem, os que ficam olhando as coisas acontecerem, e os que nem sabem o que est�¡ acontecendo.
3. Vis�£o �© uma fotografia de seu futuro prefer�­vel. �? uma imagem do que voc�ª deseja fazer, uma estaca plantada no seu futuro. [Obst�¡culos].
4. S�ªneca: Qdo. o cap. �± sabe p/ q. porto se dirige, todos os ventos lhe s�£o contr�¡rios.
5. Quando semeamos sonhamos com a colheita. O poder do sonho (da vis�£o). Enxergamos pela f�© o futuro; percebemos o que Deus est�¡ fazendo no Seu Reino; identificamos como nos encaixamos nos projetos de Deus.
6. Quatro verdades sobre a vis�£o.
�· O que voc�ª v�ª �© o que voc�ª ser�¡.
(eu preciso mudarâ?¦)
�· O que voc�ª v�ª �© o que voc�ª pode realizar.
(n�£o tiro para todo o lado)
�· Sua vis�£o capacitar�¡ voc�ª realizar o que parecia imposs�­vel.
�· Sua vis�£o vai inspirar outras pessoas.

II. VAMOS COLHER AQUILO QUE PLANTARMOS
1. Quem plantar joio, ervas daninhas e espinhos n�£o pode esperar nada diferente al�©m de intrigas, desuni�£o e decep�§�µes.
2. Quem plantar amor, f�©, esperan�§a e verdade colher�¡ frutos pr�³prios para uma vida de vit�³ria.
3. �? imprescind�­vel plantar â?? Na vida, ningu�©m deixa de plantar algo.
4. Para quem n�£o se conscientizar de que �© preciso plantar para depois colher ir�¡ ter muitas frustra�§�µes. Como colher sem plantar?
* certo irm�£o foi trabalhar em uma empresaâ?¦

III. VAMOS COLHER NO TEMPO CERTO, SE PLANTARMOS TAMBÃ??M NO TEMPO CERTO.
1. H�¡ tempo para tudo debaixo do c�©uâ?¦
2. A semeadura �© um dos processos naturais criado por Deus para gera�§�£o de vida. N�£o tem efeito instant�¢neo. �? um processo e como tal exige tempo.
3. Semear exige disposi�§�£o, perseveran�§a, paci�ªncia (n�£o existe colheita instant�¢nea ao plantio).
4. O perigo da cultura microondas â?? caf�© sol�ºvel â?? computador.
5. No processo de semear bem para colher bem n�£o podemos desperdi�§ar tempo. Bem vale lembrar o s�¡bio poema de frei Ant�´nio das Chagas (1831-1882):

Deus pede estrita conta do meu tempo
E eu vou do meu tempo dar-lhe conta,
Mas como dar, sem tempo, tanta conta,
Eu que gastei, sem conta, tanto tempo?
Para ter minha conta feita a tempo,
O tempo me foi dado e n�£o fiz conta
N�£o quis, sobrando tempo, fazer conta,
Hoje quero acertar conta e n�£o h�¡ tempo.

�? v�³s que tendes tempo sem ter conta,
N�£o gasteis vosso tempo em passa-tempo.
Cuidai, enquanto �© tempo, de vossa conta,
Pois aqueles que sem conta gastam o tempo,
Quando o tempo chegar de prestar contas,
Chorar�£o, como eu, o n�£o ter tempo.

IV. VAMOS COLHER ONDE PLANTARMOS
1. No ano novo continuaremos a viver em geografias espec�­ficas.
2. Temos espa�§os vitais. Nossa vida vai se estruturando nesses ambientes. �? nesses lugares que temos que plantar:
a) Na fam�­lia b) No trabalho c) Na Igreja d) Na escola
3. Os grandes traumas t�ªm ra�­zes na fam�­lia;
* irm�£ que parou de pregar para o marido
* o filho que come�§ou honrar mais o pai
4. As maiores decep�§�µes com a f�© se d�£o no ambiente religioso.
* irm�£o que reclamava que ningu�©m gostava dele na igreja, mas q. , mas, percebeu que seque cumprimentava as pessoas.
5. As grandes frustra�§�µes pessoais se configuram no local de trabalho.
* outro irm�£o via o patr�£o como um bichoâ?¦
6. Ã?? preciso plantar sementes novas exatamente onde vivemos mais intensamente, pois colhemos, primeiramente onde plantamos primeiro.

V. VAMOS COLHER MAIS DO QUE PLANTARMOS
1. Quem semeia um sonho e o cultiva â?? colhe realiza�§�µes
2. Quem semeia a palavra â?? colhe f�©
3. Quem semeia f�© â?? colhe milagres
4. Quem semeia sorriso â?? colhe alegria
5. Quem semeia amor â?? colhe uma multid�£o de amigos.
6. Quem semeia bondade â?? colhe solidariedade.
7. Quem semeia perd�£o â?? colhe paz.
8. Quem semeia generosidade â?? colhe prosperidade

Mas, a melhor semente somos n�³s mesmos â?? Jo 12. 23-26: â??�? chegada a hora em que o Filho do Homem h�¡ de ser glorificado. Na verdade, na verdade vos digo que, se o gr�£o de trigo, caindo na terra, n�£o morrer, fica ele s�³; mas, se morrer, d�¡ muito fruto. Quem ama a sua vida perd�ª-la-�¡, e quem, neste mundo, aborrece a sua vida, guard�¡-la-�¡ para a vida eterna. Se algu�©m me serve, siga-me; e, onde eu estiver, ali estar�¡ tamb�©m o meu servo. E, se algu�©m me servir, meu Pai o honrar�¡.

A Semente
Como eu queria ser uma semente
lan�§ada �  terra f�©rtil, bem cuidada,
para mostrar o quanto, ao ser amada,
tamanha pequenez se faz potente.

Brotarâ?¦ crescerâ?¦ fundir-se em alegria
ao produzir a m�¡gica das flores,
que traz beleza, aroma e tantas cores;
que traz a paz aos olhos e alivia.

Brotarâ?¦ crescerâ?¦ tornar-se mui contente
ao contornar de frutos sua estada
por esta Terra fria e apavorada,
gerando vida para todo o sempre.
(Luiz Antonio Cardoso)

Fonte de Inspira�§�£o: Editorial do Boletim da 1�ª I B. de Jo�£o Pessoa.

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