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Todo relacionamento passa por crises. A vida conjugal tem sido cercada por muitas delas. Contudo, podemos

sair vitoriosos se estivermos conscientes do que Deus espera de n�³s e dispostos a encarar e tratar os problemas quando eles surgem.

Esse tem sido um dos temas mais usados em meio da sociedade atual. Mas, mais do que poesia, um amor �¡ prova de vendavais precisa de maturidade, do contr�¡rio, acaba no cart�³rio.

Parece que nos envolvemos demais com o romantismo dos contos de fada e desprezamos o amor b�­blico e maduro que fortalece os relacionamentos.

Precisamos com urg�ªncia de um programa de apoio � s fam�­lias que discuta a fundo as quest�µes di�¡rias que nos levam a essas crises e, com coragem, tratar da sa�ºde conjugal afetiva.

Sem vigil�¢ncia m�ºtua, nosso casamento se exp�µe. Essa vigil�¢ncia implica em uma avalia�§�£o frequente. Quando nos avaliamos, de algum modo corremos o risco de perder essa liberdade, mas vale a pena.

Nenhum Casamento Vem Pronto e Acabado.

A felicidade do casamento �© artesanal e requer paci�ªncia. Durante o noivado, tra�§amos o projeto. Agora, temos a vida inteira para a constru�§�£o, reforma e aprimoramento do acabamento.

O amor dever�¡ ser vivenciado pela ren�ºncia, di�¡logo aberto e liberdade de express�£o.

Somos fal�­veis, e Deus n�£o nos isenta de tribula�§�£o. Mas, alguns preferem ser ufanistas e cegos, pensam que ser�£o felizes apenas por causa da sua f�© piedosa. Outros, influenciados pelo pessimismo que se abate sobre as fam�­lias, desistir�£o na primeira dificuldade.

Nosso risco come�§a no noivado. N�³s sabemos da diferen�§a, mas disfar�§amos por causa da for�§a da conquista. N�£o discutimos e at�© nem â??brigamosâ? por essas quest�µes, â??despachamos a bagagemâ? para dentro do casamento. No aconselhamento pr�©-nupcial, sempre encontro noivos dizendo que s�£o â??almas g�ªmeasâ?. O segredo, para mim, consiste em tirar bom proveito dessas diferen�§as em fun�§�£o da unidade. Este �© um dos grandes segredos da vida conjugal.

Muitos dos casamentos que j�¡ est�£o acabados resultaram da press�£o de pais, familiares, sociedade e at�© mesmo da igreja. A intimidade do grupo nos leva a aceitar grandes desafios, mas nem sempre estamos convictos do que queremos. O mesmo grupo que escolhe para n�³s um casamento poder�¡ nos cobrar depois o nosso fracasso.

Encarar a crise como normal�  e venc�­vel com amor �© identificar o ponto fraco trazido ao casamento ou adquirido na trama dom�©stica da inter-rela�§�£o.

Talvez uma das mais s�©rias. Geralmente n�£o resolvida no noivado, vai tomando for�§a e prejudicando a boa rela�§�£o conjugal. O autoritarismo e a subservi�ªncia s�£o dois pontos fracos. Essa crise est�¡ intimamente ligada �  de mando e poder. Quando dois se casam, um leque de fraternidade ou intrigas pode estar se abrindo. Muitos pais falham porque continuam a dirigir seus filhos por controle remoto.

Em geral, os noivos procuram ser criativos e cheios de bom humor promovendo seu lazer. Quando se casam, em nome de muita ocupa�§�£o, ganhar mais dinheiro ou muitos cursos enterra esta chance de vida ao casamento.

As outras crises atingem esta e quando n�£o temos mais motivos para estar juntinhos e aquecidos, em qualquer idade, entramos numa �¡rea de risco e n�£o raro tem sido aqui a porta da infidelidade. Esse tratamento n�£o tem contraindica�§�£o, serve para qualquer idade. A resposta a todas essas crises est�¡ na Palavra de Deus. �? preciso incrementar o aconselhamento na vida do jovem noivo, o qual ser�¡ levado ao matrim�´nio com seguran�§a e convic�§�£o que suprir�¡ as crises.

Se hoje, voc�ª est�¡ enfrentando crises em seu relacionamento procure com urg�ªncia um conselheiro para que lhe ajude a vencer.

Por,
M�¡rio Valdez
Para Sempre Namorados

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